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VENDA DE IMÓVEIS NOVOS REGISTRA ALTA NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016

OMERCIALIZAÇÃO DE IMÓVEIS NOVOS - CIDADE DE SÃO PAULO

A Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, apurou em março a comercialização de 1.070 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo. O volume é 16% inferior ao total vendido em março de 2015 (1.267 unidades) e 28% superior em relação a fevereiro (836 unidades)

Em março, o VGV (Valor Global de Vendas) foi de R$ 645,7 milhões, volume 43,5% superior ao de fevereiro (R$ 449,9 milhões comercializados) e 10,5% inferior ao de março de 2015 (R$ 721,1 milhões) – valores atualizados pelo INCC-DI de março de 2016.

O indicador VSO (Vendas sobre Oferta), que apura a porcentagem de vendas em relação ao total de unidades ofertadas, foi de 4,0% em março, apresentando um aumento de 29% em comparação ao VSO de 3,1% do mês de fevereiro, porém inferior ao de março de 2015 (4,4%). O VSO de 12 meses ficou em 40,8%, apresentando redução em relação VSO de 41,7% calculado em fevereiro de 2016, com variação de -2%.

Oferta de imóveis novos - Cidade de São Paulo

A cidade de São Paulo encerrou o mês de março com 25.823 unidades disponíveis para venda, volume inferior à média dos últimos 12 meses, que foi de 27 mil unidades. A oferta disponível é composta por imóveis na planta, em construção e em estoque/prontos, lançados nos últimos 36 meses (de abril/2013 a março/2016).

LANÇAMENTOS - CIDADE DE SÃO PAULO

De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), em março foram lançadas 565 unidades residenciais na cidade de São Paulo, volume 230% superior ao de fevereiro de (171 unidades). Comparado ao mesmo mês de 2015, a redução foi de 26,9% nos lançamentos.

Nos três primeiros meses de 2016 foram lançadas 1.692 unidades residenciais na cidade de São Paulo, queda de 23% em relação ao mesmo período de 2015 (2.191 unidades).

O primeiro trimestre de 2016 registrou a menor quantidade de lançamentos na cidade de São Paulo desde 2004 (quando foi adotada a atual metodologia)

ANÁLISE POR SEGMENTO - MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

Dormitórios

Em março, os imóveis de 2 dormitórios predominaram em todos os indicadores da pesquisa, com 466 vendas, 251 lançamentos, oferta final de 9.680 unidades e VSO de 4,6%, confirmando o bom desempenho desse produto no mercado.

Área útil

Analisando os dados por faixas de área útil, imóveis com metragem média entre 45m² e 65m² lideraram os lançamentos (310 unidades) e as vendas (423 unidades). O índice VSO desse tipo de imóvel ficou em 4,2%.

Faixa de preço

O melhor desempenho de comercialização - medido por meio da relação das vendas com a oferta - foi registrado para os imóveis com preços abaixo de R$ 225 mil (VSO de 9,1%). Nessa faixa de preço, a oferta é pequena, mas há maior demanda, segundo explica o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Imóveis com preço entre R$ 225 mil a R$ 500 mil tiveram 422 unidades comercializadas, liderando as vendas e também os lançamentos no mês.

Zonas da cidade

A zona Norte da cidade de São Paulo apresentou o melhor VSO (4,6%). Em termos de vendas, a zona Leste foi o destaque do mês, com 270 unidades comercializadas. Já a zona Oeste registrou a maior quantidade lançada (178 unidades). A região com maior volume de imóveis ofertados foi a zona Sul, com 7.793 unidades.

CONCLUSÃO - MERCADO IMOBILIÁRIO DA CIDADE DE SÃO PAULO

O primeiro trimestre de 2016 registrou a menor quantidade lançada desde 2004, com apenas 1.692 unidades. “O baixo número de lançamentos está relacionado à falta de confiança no ambiente político-econômico do País, às alterações na legislação urbana (PDE e Lei de Zoneamento) e à necessidade das empresas em gerar caixa e diminuir as unidades em estoque”, afirma Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Sindicato.

Já o volume comercializado na cidade apresentou alta de 4,4% no trimestre, com 2.856 unidades. Apesar do aumento no número de unidades vendidas, houve redução de 5,6% no VGV do primeiro trimestre, passando de R$ 1.577,6 milhões em 2015 para R$ 1.489,6 milhões em 2016 - ambos os valores atualizados pelo INCC-DI de março de 2016.

“Os primeiros três meses do ano mantiveram a tendência observada ao longo de 2015, de comercialização de unidades com tíquete baixo, predominantemente de 2 dormitórios, o que resultou na diminuição do montante vendido na cidade de São Paulo”, considera Flavio Amary, presidente do Sindicato.

A expectativa dos incorporadores imobiliários é que o desfecho do processo de impeachment, o anúncio e debate imediato sobre medidas de ajuste fiscal promovam gradativamente a retomada da confiança dos diversos agentes do mercado imobiliário e dos consumidores. “Sendo assim, nos próximos meses, poderemos ter um aumento nos lançamentos e, consequentemente, na demanda de imóveis novos em São Paulo”, conclui Amary.

Fonte: http://www.secovi.com.br/pesquisa-mensal-do-mercado-imobiliario/
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